domingo, 26 de agosto de 2012
terça-feira, 17 de abril de 2012
TRADUÇÃO DA MATÉRIA DO ACORDO NO JULGAMENTO PARA EVITAR CONDENAÇÃO À PENA MÁXIMA
O Homem que trabalhou no filme "Monster"condenado por assassinato em Daytona Beach
)
DAYTONA BEACH - Era um tipo especial de adesivo, um tipo de fita "gaffer" que Stephen Workman usou quando trabalhou no set de filmagem de "Monster" em 2003. E a fita que dizem ter sido ultilizada para amarrar um homem em Daytona Beach, na cena de seu assassinato.
O nome de Workman apareceu nos créditos do filme vencedor do Oscar, que mostrava os crimes locais de Aileen Wuornos. O filme sobre a assassina em série condenada a pena de morte foi filmado no início de 2003. O crédito de Workman foi "maquinista-chefe" também conhecido como "Grip".
Agora Workman concorda com a condenação dada pelo Tribunal de Daytona Beach. A sessão ocorreu nesta quarta-feira, dia 14 de março de 2012. Ele não contestou a acusação de assassinato em segundo grau, de Jason Gucwa, 32 anos, que ocorreu em 21 de março de 2003. Workman diz que é inocente, mas aceitou o acordo para evitar uma pena maior.
O nome de Workman apareceu nos créditos do filme vencedor do Oscar, que mostrava os crimes locais de Aileen Wuornos. O filme sobre a assassina em série condenada a pena de morte foi filmado no início de 2003. O crédito de Workman foi "maquinista-chefe" também conhecido como "Grip".
Agora Workman concorda com a condenação dada pelo Tribunal de Daytona Beach. A sessão ocorreu nesta quarta-feira, dia 14 de março de 2012. Ele não contestou a acusação de assassinato em segundo grau, de Jason Gucwa, 32 anos, que ocorreu em 21 de março de 2003. Workman diz que é inocente, mas aceitou o acordo para evitar uma pena maior.
Stephen Workman manda um beijo para
a sua esposa e mãe após a sua sentença
no Centro de Justiça em Daytona Baech
na quarta feira. (N-J | Sean McNeil)
a sua esposa e mãe após a sua sentença
no Centro de Justiça em Daytona Baech
na quarta feira. (N-J | Sean McNeil)
Workman através de um acordo de 22 anos de prisão, oferecido pelo juiz Michael R. Hutcheson em uma breve audiência, encerra uma longa batalha judicial que começou quando o mesmo foi preso numa cidade costeira do Brasil, no ano de 2005.
Ao enfrentar os pais de Gucwa, ainda em luto, no tribunal, Workman disse que ele poderia entender a dor que eles passaram. "Não há vencedores aqui hoje", disse ele.
A polícia acredita que a motivação do crime, foi roubo, mas em muitos aspectos o caso continuará em questão. O corpo de Gucwa foi encontrado boiando em um canal de drenagem, no condado de Flagler, em 25 de março de 2003. No início, os investigadores acreditavam que Gucwa havia sido espancado até a morte.
Depois dos investigadores periciarem os restos das cinzas de Gucwa, os mesmos disseram ter encontrado vestígios de balas, evidenciando que Gucwa havia sido baleado no olho.
Os promotores disseram que Workman deixou a cidade pouco depois que o corpo de Gucwa foi encontrado; primeiro ele foi para a Carolina do Norte e depois para o Brasil.
A esposa de Stephen Workman
se posicionou em defesa dele,
no Tribunal de Justiça em Daytona Beach,
na quarta feira. (N-J | Sean McNeil)
Semanas antes de Gucwa ser morto, Workman trabalhou no set de "Monster", incluindo as filmagens que foram feitas no bar Last Resort em Port Orange.
Ele também trabalhou no filme em locações em Orlando e ajudou a instalar equipamentos para concertos em toda a Flórida.
Como "Grip", Workman era encarregado de montar e manusear equipamentos de produção no set de filmagem.
Segundo a polícia, no caso do assassinato, ele foi acusado de agir de forma premeditada e de ter matado Gucwa para roubar o seu dinheiro e maconha. Diz também que havia evidência de que lonas de plástico haviam sido coladas nas paredes da sua casa, em Daytona Beach, onde Gucwa foi assassinado.
Testemunhas disseram que Gucwa era um salva-vidas e ex-lutador de MMA, que vendia maconha para pessoas que conhecia. Seu carro foi encontrado no estacionamento do antigo Pink Pony, um clube de strip-tease na Avenida Ridgewood , em Daytona Beach. Sua namorada, Billie Jo Rosenwald, 35 anos, foi quem informou o seu desaparecimento.
A partir do momento que o corpo de Gucwa foi encontrado no condado de Flagler, os investigadores sabiam que tinham um caso incomum em suas mãos.
Quando seu corpo foi retirado da água, junto com ele veio um longo pedaço de fita preta. A fita era incomum; cerca de 2 centímetros de largura e feita de fios de algodão. A polícia recuperou o mesmo tipo de fita adesiva, preso a uma parede na casa de Workman na Avenida Vermont, 436, em Daytona Beach.
Segundo a polícia, a casa havia sido pintada e diversas áreas no chão tinha sido reparada com massa de vidraceiro.
A maior surpresa no caso veio com as declarações de Kristopher Martin, 32 anos. Martin, testemunha-chave no caso, disse à polícia que Workman o tinha chamado para a sua casa no dia em que Gucwa foi morto. "Workman estava se preparando para o assassinato fixando lonas nas paredes", disse Martin à polícia.
Ele descreveu que ouviu um tiro e disse como ajudou a Workman se livrar do corpo. Martin aguarda sentença por seu papel como cúmplice, que pode ser condenado por até 15 anos de prisão. Ele, desde então, pegou uma nova acusação de tráfico de oxicodona.
Durante as audiências antes do julgamento, o advogado de defesa de Workman, David Glasser, disse que testemunhas sugeriram que Martin pode ser o autor do assassinato.
O procurador Ed Davis disse que Workman era o assassino, mas acrescentou que o caso do Estado contra Workman foi prejudicado por um acordo com o Brasil. Esse acordo, para garantir a extradição, limita a pena a 30 anos de prisão. "Nós pedimos para que você possa aplicar 30 anos, neste caso", disse Davis.
Após a audiência, a mãe de Workman, Sandra Workman de Jacksonville, disse que achava que ele, Workman, deveria ter recebido menos tempo de pena. Com o tempo que já está preso e créditos futuros, Workman poderá ser liberado em menos de 15 anos.
Fora do tribunal, a mãe de Gucwa, Ann Gucwa, estava em lágrimas. Em suas mãos, ela segurava um retrato de seu único filho, de seus dias como um salva-vidas.
"Não há justiça aqui", disse ela. "O assassino fugiu com ela."
LINK ORIGINAL DA MATÉRIA:
MATHIEU WORKMAN FAZ ACORDO NO JULGAMENTO PARA EVITAR A CONDENAÇÃO À PENA MÁXIMA
Man who worked on Wuornos movie sentenced for Daytona murder
DAYTONA BEACH -- It was a special type of adhesive, the kind of gaffer's tape Stephen Workman used when he worked on the movie set for the 2003 local filming of "Monster" that tied the former Daytona Beach man to the scene of a murder.
Workman's name appeared in the credits of the Academy Award-winning film, which depicted the local crimes of Aileen Wuornos. When the movie about the executed female serial killer was filmed in early 2003, Workman's title was "grip."
Now, he's a convicted killer himself. In court Wednesday, Workman pleaded no contest to second-degree murder for the March 21, 2003, killing of Jason Gucwa, 32. Workman says he's innocent, but pleaded no contest to avoid the chance he would be sentenced to more time.
Stephen Workman blows a kiss to his
wife and mother after his sentencing
at the Justice Center in Daytona Beach
on Wednesday. (N-J | Sean McNeil)
Workman was sentenced to 22 years in prison by Circuit Judge R. Michael Hutcheson after a brief hearing, ending a long court battle that started when Workman was arrested in a small seaside town in Brazil in 2005.
Addressing Gucwa's grieving parents in court, Workman said he could understand the pain they have gone through. "There are no winners here today," he said.
Police said they believe the motive was robbery, but many aspects of the case remain in question. Gucwa's body was found floating in a drainage canal in Flagler County on March 25, 2003. At first, investigators believed Gucwa had been beaten to death.
The evidence soon indicated Gucwa had been shot in the eye. When investigators tested Gucwa's cremated remains, they found traces of material found in bullets.
Workman left the area soon after Gucwa was found; first heading to North Carolina and then to Brazil, prosecutors said.
Stephen Workman's wife takes the stand
at the Justice Center in Daytona Beach
on Wednesday. (N-J | Sean McNeil)
Weeks before Gucwa was killed, Workman had worked on the set of "Monster," including filming that was done at the Last Resort bar in Port Orange.
He also worked on the film at shooting locations in Orlando and had helped set up equipment for concerts throughout Florida.
As a grip, Workman was tasked with setting up and moving production equipment on the set.
In the murder case, he was accused of acting with premeditation to set up and kill Gucwa to steal his cash and pot, police said. There was evidence that plastic tarps had been taped to the walls in the Daytona Beach house where Gucwa was killed.
Gucwa was a former lifeguard and ultimate fighter who sold marijuana to people he knew, witnesses said. His car was found running outside of the former Pink Pony, a strip club on Ridgewood Avenue in Daytona Beach. His girlfriend, Billie Jo Rosenwald, 35, reported him missing.
From the moment Gucwa's body was found in Flagler County, investigators knew they had an unusual case on their hands.
When his body was pulled from the water, along with it came a long piece of black tape. The tape was unusual; about 2 inches in width and made of woven cotton threads. Police recovered the same type of gaffer's tape, stuck to a wall at Workman's home at 436 Vermont Ave. in Daytona Beach .
The home had been painted, police said, and several areas on the floor had been repaired with putty.
The biggest break in the case came with the statements of Kristopher Martin, 32. The key witness in the case, Martin told police that Workman had called him to the house the day Gucwa was killed. "Workman was preparing for the murder by taping tarps to the walls," Martin told police.
He described hearing a gunshot and said he helped Workman dispose of the body. Martin awaits sentencing for his role as an accomplice, which carries up to 15 years in prison. He has since then picked up a new charge of trafficking oxycodone.
During pretrial hearings, Workman's defense lawyer, David Glasser, said there were witnesses who suggested Martin may have taken credit for the killing.
Prosecutor Ed Davis said Workman was the killer, but added that the state's case against Workman was hindered by an agreement with Brazil. That deal to secure extradition capped the punishment he could get at 30 years. "We ask for you to impose 30 years in this case," Davis said.
After the hearing, Workman's mother, Sandra Workman of Jacksonville, said she felt he should have gotten less. With gain time and credit for time served, Workman could be released in less than 15 years.
Outside the courthouse, Gucwa's mother, Ann Gucwa, was in tears. In her hands, she held a framed picture of her only child, from his days as a lifeguard.
"There is no justice here," she said. "The killer got away with it".
LINK ORIGINAL DA MATÉRIA:
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
Matéria de Jornal do dia 08 de fevereiro de 2012
Grand jury amends charge to first-degree murder against Daytona man
Workman
DAYTONA BEACH -- A murder charge against a man accused of killing another during a robbery nearly nine years ago was amended on Tuesday, when a grand jury returned a verdict charging Stephen Workman with first-degree murder.
Workman, 39, is accused of killing Jason Gucwa, 32, during a robbery on March 21, 2003.
Workman, who was extradited from Brazil after Gucwa's death, had been previously charged with second-degree murder.
Officials with the State Attorney's Office said the first-degree murder charge against Workman more closely fits the facts of the case. He is accused of premeditated and felony murder in the killing of Gucwa.
Gucwa's body was found at 10:25 a.m. March 25, 2003, floating in a drainage canal along Old Kings Road in Flagler County. Investigators at the time said they recovered gaffer's tape at the scene and determined Gucwa died of "blunt force trauma to the head."
His car was found about 20 miles away, outside the former Pink Pony, a strip club on North Ridgewood Avenue in Daytona Beach.
In the ensuing investigation, police were led to Workman's home on Vermont Avenue in Daytona Beach.
At 436 Vermont, police recovered the same type of tape stuck to a wall. The home had been painted, police said, and several areas of the floor repaired with putty.
Workman is still expected to go to trial next month. He remains held without bail at the Volusia County Branch Jail.
ATUALIZAÇÃO SOBRE O JULGAMENTO
ADVOGADOS:
ACUSAÇÃO DE ASSASSINATO VAI
CONTRA ACORDO DE EXTRADIÇÃO
BY JAY STAPLETON, DA EQUIPE
9 de fevereiro de 2012 12:55 AM
Posted in: East Volusia
Tagged: assassinato, Stephen Workman
Workman
DAYTONA BEACH - Um acordo de
extradição com o Brasil em um caso local de assassinato em 2003 está a ser
cuidadosamente analisado por um advogado de defesa após a acusação contra seu
cliente ter sido atualizado, por um júri na quarta-feira dia 08 de fevereiro,
para assassinato em primeiro grau.
Stephen Workman, 39 anos, de Daytona
Beach, está aguardando o julgamento pela morte de Jason Gucwa desde setembro de
2005, quando foi preso pelas autoridades brasileiras na pequena cidade costeira
de Recife.
Workman, que estava trabalhando numa
empresa de produção de filmes na época, foi inicialmente acusado de assassinato
em segundo grau e extraditado após um acordo com o Brasil.
Na terça-feira, os promotores
mudaram a acusação contra Workman para homicídio em primeiro grau. A mudança foi formalmente anunciada na
quarta-feira. A promotoria disse
que, se for condenado, Workman irá enfrentar 30 anos e não prisão perpétua.
Funcionários da Procuradoria
Estadual disseram que, embora os fatos não tenham mudado, as alegações de que
Gucwa, 32 anos, que foi morto em um assalto por causa de maconha e dinheiro, a
acusação está mais perto de caber
assassinato em primeiro grau.
A tentativa de mudança de acusação
contra Workman, causam estranhezas em alguns advogados, inclusive ao advogado
que estuda o acordo de extradição.
"Eu não veria esta mudança com
bons olhos", disse Douglas C. McNabb, advogado especializado em defesa de
extradição e que escreve um blog sobre o assunto.
"A defesa precisa fazer um
registro completo do que ocorreu, talvez para fins de apelação", disse
McNabb. "Se eu fosse Workman
e advogado de Workman, eu estaria, evidentemente, muito preocupado com a
mudança de acusação que a promotoria pretende fazer."
O corpo de Gucwa foi encontrado às
10:25 da manhã, em 25 de marco de 2003,
flutuando em um canal de drenagem ao longo da Old Kings Road, no condado de Flagler.
Os investigadores disseram na época
que encontraram um tipo de fita gaffer
(adesiva) na cena do crime e determinaram que Gucwa morreu de
"porretadas na cabeça." Os registros do tribunal sugerem que ele também
pode ter sido baleado.
O carro de Gucwa foi encontrado há uns
32 quilômetros de distância, no estacionamento do antigo Pink Pony, um clube de
strip tease em Ridgewood Avenue North, na cidade de Daytona Beach.
A investigação levou os detetives
para casa Workman na Avenida Vermont, em Daytona Beach.
Na Avenida Vermont, nº 436, a
polícia recuperou o mesmo tipo de fita gaffer
presa a uma parede. A casa havia
sido pintada, segundo a polícia, e várias áreas do piso reparado com massa de
vidraceiro.
O Departamento de Justiça dos EUA expediu
um mandado internacional levando à prisão Workman há 2.400 quilômetros à
nordeste do Rio de Janeiro.
Ele é casado com uma mulher
brasileira, e tem um filho.
Depois da prisão de Workman, a
Suprema Corte Brasileira analisou o caso antes de liberar Workman. O tribunal concordou em extraditar
Workman de volta para os EUA, com uma lista de contingências.
Sob o tratado de extradição entre os
EUA e o Brasil, que foi acordado em 1961 e governa a extradição entre os dois
países, o Brasil não extraditará uma pessoa, caso ela enfrente a pena de morte.
No caso de Workman, o acordo
assinado em 10 de junho de 2008, exige como condição para a extradição
"garantia formal" de que Workman vai enfrentar um máximo de 30 anos
de prisão.
Caso Workman seja condenado, os
promotores concordam que a pena máxima deve ser de 30 anos, coerente com a
documentação de extradição.
O acordo para garantir a extradição,
afirmou ainda que, para implementar "essas garantias", Workman será
julgado em "um crime menor, incluindo assassinato de segundo grau”.
O advogado de Workman, David
Glasser, se recusou a comentar o caso. Os
promotores também disseram que seria inadequado comentar o caso neste momento.
Na audiência de quarta-feira, a
primeira aparição da nova acusação, Glasser disse "para os registros” que,
nos termos do acordo de extradição, o seu cliente "deveria ser acusado de
assassinato de segundo grau".
Ele está olhando para o problema,
mas se recusou a comentar o caso.
Workman permanece detido, sem fiança,
na Cadeia Volusia County Branch.
O
caso deverá ir a julgamento no próximo mês.
Tradução: Google Tradutor
MATÉRIA ORIGINAL DO SITE
Lawyers: Murder
charge goes against extradition
February
9, 2012 12:55 AM
Posted in: East Volusia
Tagged:
murders , Stephen Workman
Workman
DAYTONA
BEACH -- An extradition agreement with Brazil in a 2003 local murder case is
being carefully reviewed by a defense lawyer after the charge against his
client was upgraded by a grand jury Wednesday to first-degree murder.
Stephen
Workman, 39, of Daytona Beach, has been awaiting trial in the death of Jason
Gucwa since September 2005, when he was arrested by Brazilian authorities in
the small coastal city of Recife.
Workman, who was working in the film production
business at the time, was initially charged with second-degree murder under an
extradition deal with Brazil.
On Tuesday, prosecutors secured an indictment
charging Workman with more serious first-degree murder. The charges were formally
announced Wednesday. Prosecutors have said if Workman is convicted he would
face 30 years and not up to life in prison.
Officials with the State Attorney's Office said
that while the facts haven't changed, the allegations that Gucwa, 32, was
killed in a robbery for marijuana and cash more closely fit a first-degree
murder charge.
The move to re-charge Workman has raised
eyebrows by some, including a lawyer who studies extradition.
"I wouldn't like this at all," said
Douglas C. McNabb, an attorney who specializes in extradition defense and
writes a blog on the issue.
"The defense needs to make a thorough
record of what occurred, perhaps for appellate purposes," McNabb said.
"If I were Workman and Workman's lawyer, I would of course be very nervous
that the prosecution will do (in sentencing) what they say they are going to
do."
Gucwa's body was found at 10:25 a.m. March 25,
2003, floating in a drainage canal along Old Kings Road in Flagler County.
Investigators at the time said they recovered
gaffer's tape at the scene and determined Gucwa died of "blunt force
trauma to the head." He may also have been shot, court records suggest.
Gucwa's car was found about 20 miles away,
outside the former Pink Pony, a strip club on North Ridgewood Avenue in Daytona
Beach.
The investigation led detectives to Workman's
home on Vermont Avenue in Daytona Beach.
At 436 Vermont, police recovered the same type
of tape stuck to a wall. The home had been painted, police said, and several
areas of the floor repaired with putty.
The U.S. Department of Justice circulated an
international warrant leading to Workman's arrest about 1,160 miles northeast
of Rio de Janeiro.
He is married to a Brazilian woman, and has a
child.
After Workman's arrest there, the Brazilian
Supreme Court reviewed the case before releasing Workman. The court agreed to
extradite Workman back to the U.S., with a list of contingencies.
Under the extradition treaty between the U.S.
and Brazil that was reached in 1961 and governs extradition between the two
countries, Brazil won't extradite a person if they are facing the death
penalty.
In Workman's case, the agreement signed June 10,
2008, requires as a condition of extradition "a formal assurance"
that Workman will face a maximum of 30 years in prison.
If Workman is convicted, prosecutors have
indicated they will agree the maximum punishment should be consistent with the
30 years discussed in the extradition paperwork.
The arrangement to secure extradition further
stated that to implement "these assurances," Workman will be tried on
"a lesser included murder offense of second-degree murder."
Workman's lawyer, David Glasser, declined to
comment on the case. Prosecutors, too, said it would be inappropriate to
comment at this time.
At the first appearance hearing on the new
charge Wednesday, Glasser said "for the record," that his client
"was supposed to be charged with second degree murder" under the
agreement.
He is looking at the issue, but declined to
comment on the case.
Workman remains held without bail at the Volusia
County Branch Jail. The case is
expected to go to trial next month.
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