segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Matéria de Jornal do dia 08 de fevereiro de 2012






Workman
DAYTONA BEACH -- A murder charge against a man accused of killing another during a robbery nearly nine years ago was amended on Tuesday, when a grand jury returned a verdict charging Stephen Workman with first-degree murder.
Workman, 39, is accused of killing Jason Gucwa, 32, during a robbery on March 21, 2003.
Workman, who was extradited from Brazil after Gucwa's death, had been previously charged with second-degree murder.
Officials with the State Attorney's Office said the first-degree murder charge against Workman more closely fits the facts of the case. He is accused of premeditated and felony murder in the killing of Gucwa.
Gucwa's body was found at 10:25 a.m. March 25, 2003, floating in a drainage canal along Old Kings Road in Flagler County. Investigators at the time said they recovered gaffer's tape at the scene and determined Gucwa died of "blunt force trauma to the head."
His car was found about 20 miles away, outside the former Pink Pony, a strip club on North Ridgewood Avenue in Daytona Beach.
In the ensuing investigation, police were led to Workman's home on Vermont Avenue in Daytona Beach.
At 436 Vermont, police recovered the same type of tape stuck to a wall. The home had been painted, police said, and several areas of the floor repaired with putty.
Workman is still expected to go to trial next month. He remains held without bail at the Volusia County Branch Jail.





ATUALIZAÇÃO SOBRE O JULGAMENTO






ADVOGADOS:

ACUSAÇÃO DE ASSASSINATO VAI

CONTRA ACORDO DE EXTRADIÇÃO




BY JAY STAPLETON, DA EQUIPE


9 de fevereiro de 2012 12:55 AM


Posted in: East Volusia

Tagged: assassinato, Stephen Workman
Workman

DAYTONA BEACH - Um acordo de extradição com o Brasil em um caso local de assassinato em 2003 está a ser cuidadosamente analisado por um advogado de defesa após a acusação contra seu cliente ter sido atualizado, por um júri na quarta-feira dia 08 de fevereiro, para assassinato em primeiro grau.
Stephen Workman, 39 anos, de Daytona Beach, está aguardando o julgamento pela morte de Jason Gucwa desde setembro de 2005, quando foi preso pelas autoridades brasileiras na pequena cidade costeira de Recife.
Workman, que estava trabalhando numa empresa de produção de filmes na época, foi inicialmente acusado de assassinato em segundo grau e extraditado após um acordo com o Brasil.
Na terça-feira, os promotores mudaram a acusação contra Workman para homicídio em primeiro grau. A mudança foi formalmente anunciada na quarta-feira.  A promotoria disse que, se for condenado, Workman irá enfrentar 30 anos e não prisão perpétua.
Funcionários da Procuradoria Estadual disseram que, embora os fatos não tenham mudado, as alegações de que Gucwa, 32 anos, que foi morto em um assalto por causa de maconha e dinheiro, a acusação está mais perto de  caber assassinato em primeiro grau.
A tentativa de mudança de acusação contra Workman, causam estranhezas em alguns advogados, inclusive ao advogado que estuda o acordo de extradição.
"Eu não veria esta mudança com bons olhos", disse Douglas C. McNabb, advogado especializado em defesa de extradição e que escreve um blog sobre o assunto.
"A defesa precisa fazer um registro completo do que ocorreu, talvez para fins de apelação", disse McNabb. "Se eu fosse Workman e advogado de Workman, eu estaria, evidentemente, muito preocupado com a mudança de acusação que a promotoria pretende fazer."
O corpo de Gucwa foi encontrado às 10:25 da manhã, em  25 de marco de 2003, flutuando em um canal de drenagem ao longo da Old Kings Road,  no condado de Flagler.
Os investigadores disseram na época que encontraram um tipo de fita gaffer (adesiva) na cena do crime e determinaram que Gucwa morreu de "porretadas na cabeça." Os registros do tribunal sugerem que ele também pode ter sido baleado.
O carro de Gucwa foi encontrado há uns 32 quilômetros de distância, no estacionamento do antigo Pink Pony, um clube de strip tease em Ridgewood Avenue North, na cidade de Daytona Beach.
A investigação levou os detetives para casa Workman na Avenida Vermont, em Daytona Beach.
Na Avenida Vermont, nº 436, a polícia recuperou o mesmo tipo de fita gaffer presa a uma parede. A casa havia sido pintada, segundo a polícia, e várias áreas do piso reparado com massa de vidraceiro.
O Departamento de Justiça dos EUA expediu um mandado internacional levando à prisão Workman há 2.400 quilômetros à nordeste do Rio de Janeiro.
Ele é casado com uma mulher brasileira, e tem um filho.
Depois da prisão de Workman, a Suprema Corte Brasileira analisou o caso antes de liberar Workman. O tribunal concordou em extraditar Workman de volta para os EUA, com uma lista de contingências.
Sob o tratado de extradição entre os EUA e o Brasil, que foi acordado em 1961 e governa a extradição entre os dois países, o Brasil não extraditará uma pessoa, caso ela enfrente a pena de morte.
No caso de Workman, o acordo assinado em 10 de junho de 2008, exige como condição para a extradição "garantia formal" de que Workman vai enfrentar um máximo de 30 anos de prisão.
Caso Workman seja condenado, os promotores concordam que a pena máxima deve ser de 30 anos, coerente com a documentação de extradição.
O acordo para garantir a extradição, afirmou ainda que, para implementar "essas garantias", Workman será julgado em "um crime menor, incluindo assassinato de segundo grau”.
O advogado de Workman, David Glasser, se recusou a comentar o caso. Os promotores também disseram que seria inadequado comentar o caso neste momento.
Na audiência de quarta-feira, a primeira aparição da nova acusação, Glasser disse "para os registros” que, nos termos do acordo de extradição, o seu cliente "deveria ser acusado de assassinato de segundo grau".
Ele está olhando para o problema, mas se recusou a comentar o caso.
Workman permanece detido, sem fiança, na Cadeia Volusia County Branch. 
O caso deverá ir a julgamento no próximo mês.


Tradução: Google Tradutor






MATÉRIA ORIGINAL DO SITE 




Lawyers: Murder charge goes against extradition

BY JAY STAPLETON , STAFF WRITER 


February 9, 2012 12:55 AM

Posted in: East Volusia


Workman

DAYTONA BEACH -- An extradition agreement with Brazil in a 2003 local murder case is being carefully reviewed by a defense lawyer after the charge against his client was upgraded by a grand jury Wednesday to first-degree murder.
Stephen Workman, 39, of Daytona Beach, has been awaiting trial in the death of Jason Gucwa since September 2005, when he was arrested by Brazilian authorities in the small coastal city of Recife.
Workman, who was working in the film production business at the time, was initially charged with second-degree murder under an extradition deal with Brazil.
On Tuesday, prosecutors secured an indictment charging Workman with more serious first-degree murder. The charges were formally announced Wednesday. Prosecutors have said if Workman is convicted he would face 30 years and not up to life in prison.
Officials with the State Attorney's Office said that while the facts haven't changed, the allegations that Gucwa, 32, was killed in a robbery for marijuana and cash more closely fit a first-degree murder charge.
The move to re-charge Workman has raised eyebrows by some, including a lawyer who studies extradition.
"I wouldn't like this at all," said Douglas C. McNabb, an attorney who specializes in extradition defense and writes a blog on the issue.
"The defense needs to make a thorough record of what occurred, perhaps for appellate purposes," McNabb said. "If I were Workman and Workman's lawyer, I would of course be very nervous that the prosecution will do (in sentencing) what they say they are going to do."
Gucwa's body was found at 10:25 a.m. March 25, 2003, floating in a drainage canal along Old Kings Road in Flagler County.
Investigators at the time said they recovered gaffer's tape at the scene and determined Gucwa died of "blunt force trauma to the head." He may also have been shot, court records suggest.
Gucwa's car was found about 20 miles away, outside the former Pink Pony, a strip club on North Ridgewood Avenue in Daytona Beach.
The investigation led detectives to Workman's home on Vermont Avenue in Daytona Beach.
At 436 Vermont, police recovered the same type of tape stuck to a wall. The home had been painted, police said, and several areas of the floor repaired with putty.
The U.S. Department of Justice circulated an international warrant leading to Workman's arrest about 1,160 miles northeast of Rio de Janeiro.
He is married to a Brazilian woman, and has a child.
After Workman's arrest there, the Brazilian Supreme Court reviewed the case before releasing Workman. The court agreed to extradite Workman back to the U.S., with a list of contingencies.
Under the extradition treaty between the U.S. and Brazil that was reached in 1961 and governs extradition between the two countries, Brazil won't extradite a person if they are facing the death penalty.
In Workman's case, the agreement signed June 10, 2008, requires as a condition of extradition "a formal assurance" that Workman will face a maximum of 30 years in prison.
If Workman is convicted, prosecutors have indicated they will agree the maximum punishment should be consistent with the 30 years discussed in the extradition paperwork.
The arrangement to secure extradition further stated that to implement "these assurances," Workman will be tried on "a lesser included murder offense of second-degree murder."
Workman's lawyer, David Glasser, declined to comment on the case. Prosecutors, too, said it would be inappropriate to comment at this time.
At the first appearance hearing on the new charge Wednesday, Glasser said "for the record," that his client "was supposed to be charged with second degree murder" under the agreement.
He is looking at the issue, but declined to comment on the case.
Workman remains held without bail at the Volusia County Branch Jail. The case is expected to go to trial next month.