ADVOGADOS:
ACUSAÇÃO DE ASSASSINATO VAI
CONTRA ACORDO DE EXTRADIÇÃO
BY JAY STAPLETON, DA EQUIPE
9 de fevereiro de 2012 12:55 AM
Posted in: East Volusia
Tagged: assassinato, Stephen Workman
Workman
DAYTONA BEACH - Um acordo de
extradição com o Brasil em um caso local de assassinato em 2003 está a ser
cuidadosamente analisado por um advogado de defesa após a acusação contra seu
cliente ter sido atualizado, por um júri na quarta-feira dia 08 de fevereiro,
para assassinato em primeiro grau.
Stephen Workman, 39 anos, de Daytona
Beach, está aguardando o julgamento pela morte de Jason Gucwa desde setembro de
2005, quando foi preso pelas autoridades brasileiras na pequena cidade costeira
de Recife.
Workman, que estava trabalhando numa
empresa de produção de filmes na época, foi inicialmente acusado de assassinato
em segundo grau e extraditado após um acordo com o Brasil.
Na terça-feira, os promotores
mudaram a acusação contra Workman para homicídio em primeiro grau. A mudança foi formalmente anunciada na
quarta-feira. A promotoria disse
que, se for condenado, Workman irá enfrentar 30 anos e não prisão perpétua.
Funcionários da Procuradoria
Estadual disseram que, embora os fatos não tenham mudado, as alegações de que
Gucwa, 32 anos, que foi morto em um assalto por causa de maconha e dinheiro, a
acusação está mais perto de caber
assassinato em primeiro grau.
A tentativa de mudança de acusação
contra Workman, causam estranhezas em alguns advogados, inclusive ao advogado
que estuda o acordo de extradição.
"Eu não veria esta mudança com
bons olhos", disse Douglas C. McNabb, advogado especializado em defesa de
extradição e que escreve um blog sobre o assunto.
"A defesa precisa fazer um
registro completo do que ocorreu, talvez para fins de apelação", disse
McNabb. "Se eu fosse Workman
e advogado de Workman, eu estaria, evidentemente, muito preocupado com a
mudança de acusação que a promotoria pretende fazer."
O corpo de Gucwa foi encontrado às
10:25 da manhã, em 25 de marco de 2003,
flutuando em um canal de drenagem ao longo da Old Kings Road, no condado de Flagler.
Os investigadores disseram na época
que encontraram um tipo de fita gaffer
(adesiva) na cena do crime e determinaram que Gucwa morreu de
"porretadas na cabeça." Os registros do tribunal sugerem que ele também
pode ter sido baleado.
O carro de Gucwa foi encontrado há uns
32 quilômetros de distância, no estacionamento do antigo Pink Pony, um clube de
strip tease em Ridgewood Avenue North, na cidade de Daytona Beach.
A investigação levou os detetives
para casa Workman na Avenida Vermont, em Daytona Beach.
Na Avenida Vermont, nº 436, a
polícia recuperou o mesmo tipo de fita gaffer
presa a uma parede. A casa havia
sido pintada, segundo a polícia, e várias áreas do piso reparado com massa de
vidraceiro.
O Departamento de Justiça dos EUA expediu
um mandado internacional levando à prisão Workman há 2.400 quilômetros à
nordeste do Rio de Janeiro.
Ele é casado com uma mulher
brasileira, e tem um filho.
Depois da prisão de Workman, a
Suprema Corte Brasileira analisou o caso antes de liberar Workman. O tribunal concordou em extraditar
Workman de volta para os EUA, com uma lista de contingências.
Sob o tratado de extradição entre os
EUA e o Brasil, que foi acordado em 1961 e governa a extradição entre os dois
países, o Brasil não extraditará uma pessoa, caso ela enfrente a pena de morte.
No caso de Workman, o acordo
assinado em 10 de junho de 2008, exige como condição para a extradição
"garantia formal" de que Workman vai enfrentar um máximo de 30 anos
de prisão.
Caso Workman seja condenado, os
promotores concordam que a pena máxima deve ser de 30 anos, coerente com a
documentação de extradição.
O acordo para garantir a extradição,
afirmou ainda que, para implementar "essas garantias", Workman será
julgado em "um crime menor, incluindo assassinato de segundo grau”.
O advogado de Workman, David
Glasser, se recusou a comentar o caso. Os
promotores também disseram que seria inadequado comentar o caso neste momento.
Na audiência de quarta-feira, a
primeira aparição da nova acusação, Glasser disse "para os registros” que,
nos termos do acordo de extradição, o seu cliente "deveria ser acusado de
assassinato de segundo grau".
Ele está olhando para o problema,
mas se recusou a comentar o caso.
Workman permanece detido, sem fiança,
na Cadeia Volusia County Branch.
O
caso deverá ir a julgamento no próximo mês.
Tradução: Google Tradutor
MATÉRIA ORIGINAL DO SITE
Lawyers: Murder
charge goes against extradition
BY
JAY STAPLETON , STAFF WRITER
February
9, 2012 12:55 AM
Workman
DAYTONA
BEACH -- An extradition agreement with Brazil in a 2003 local murder case is
being carefully reviewed by a defense lawyer after the charge against his
client was upgraded by a grand jury Wednesday to first-degree murder.
Stephen
Workman, 39, of Daytona Beach, has been awaiting trial in the death of Jason
Gucwa since September 2005, when he was arrested by Brazilian authorities in
the small coastal city of Recife.
Workman, who was working in the film production
business at the time, was initially charged with second-degree murder under an
extradition deal with Brazil.
On Tuesday, prosecutors secured an indictment
charging Workman with more serious first-degree murder. The charges were formally
announced Wednesday. Prosecutors have said if Workman is convicted he would
face 30 years and not up to life in prison.
Officials with the State Attorney's Office said
that while the facts haven't changed, the allegations that Gucwa, 32, was
killed in a robbery for marijuana and cash more closely fit a first-degree
murder charge.
The move to re-charge Workman has raised
eyebrows by some, including a lawyer who studies extradition.
"I wouldn't like this at all," said
Douglas C. McNabb, an attorney who specializes in extradition defense and
writes a blog on the issue.
"The defense needs to make a thorough
record of what occurred, perhaps for appellate purposes," McNabb said.
"If I were Workman and Workman's lawyer, I would of course be very nervous
that the prosecution will do (in sentencing) what they say they are going to
do."
Gucwa's body was found at 10:25 a.m. March 25,
2003, floating in a drainage canal along Old Kings Road in Flagler County.
Investigators at the time said they recovered
gaffer's tape at the scene and determined Gucwa died of "blunt force
trauma to the head." He may also have been shot, court records suggest.
Gucwa's car was found about 20 miles away,
outside the former Pink Pony, a strip club on North Ridgewood Avenue in Daytona
Beach.
The investigation led detectives to Workman's
home on Vermont Avenue in Daytona Beach.
At 436 Vermont, police recovered the same type
of tape stuck to a wall. The home had been painted, police said, and several
areas of the floor repaired with putty.
The U.S. Department of Justice circulated an
international warrant leading to Workman's arrest about 1,160 miles northeast
of Rio de Janeiro.
He is married to a Brazilian woman, and has a
child.
After Workman's arrest there, the Brazilian
Supreme Court reviewed the case before releasing Workman. The court agreed to
extradite Workman back to the U.S., with a list of contingencies.
Under the extradition treaty between the U.S.
and Brazil that was reached in 1961 and governs extradition between the two
countries, Brazil won't extradite a person if they are facing the death
penalty.
In Workman's case, the agreement signed June 10,
2008, requires as a condition of extradition "a formal assurance"
that Workman will face a maximum of 30 years in prison.
If Workman is convicted, prosecutors have
indicated they will agree the maximum punishment should be consistent with the
30 years discussed in the extradition paperwork.
The arrangement to secure extradition further
stated that to implement "these assurances," Workman will be tried on
"a lesser included murder offense of second-degree murder."
Workman's lawyer, David Glasser, declined to
comment on the case. Prosecutors, too, said it would be inappropriate to
comment at this time.
At the first appearance hearing on the new
charge Wednesday, Glasser said "for the record," that his client
"was supposed to be charged with second degree murder" under the
agreement.
He is looking at the issue, but declined to
comment on the case.
Workman remains held without bail at the Volusia
County Branch Jail. The case is
expected to go to trial next month.