terça-feira, 17 de abril de 2012

TRADUÇÃO DA MATÉRIA DO ACORDO NO JULGAMENTO PARA EVITAR CONDENAÇÃO À PENA MÁXIMA



O Homem que trabalhou no filme "Monster"condenado por assassinato em Daytona Beach

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DAYTONA BEACH - Era um tipo especial de adesivo, um tipo de  fita "gaffer" que Stephen Workman usou quando trabalhou no  set de filmagem de "Monster" em 2003. E a  fita que dizem ter sido ultilizada para amarrar um  homem em Daytona Beach, na cena de seu assassinato.


O nome de Workman apareceu nos créditos do filme vencedor do Oscar, que mostrava os crimes locais de Aileen Wuornos. O filme sobre a assassina em série condenada a pena de morte foi filmado no início de 2003. O crédito de Workman foi "maquinista-chefe" também conhecido como "Grip".


Agora Workman concorda com a condenação dada pelo Tribunal de Daytona Beach. A sessão ocorreu nesta quarta-feira, dia 14 de março de 2012. Ele não contestou a acusação de assassinato em segundo grau, de Jason Gucwa, 32 anos, que ocorreu  em 21 de março de 2003. Workman diz que é inocente, mas aceitou o acordo para evitar uma pena maior. 
Stephen Workman manda um beijo para
a sua esposa e mãe após a sua sentença 
no Centro de Justiça em Daytona Baech 
na quarta feira. (N-J  | Sean McNeil)


Workman através de um acordo de 22 anos de prisão, oferecido pelo juiz Michael R. Hutcheson em uma breve audiência, encerra uma longa batalha judicial que começou quando o mesmo foi preso numa cidade costeira do Brasil, no ano de 2005.


Ao enfrentar os pais de Gucwa, ainda em luto, no tribunal, Workman disse que ele poderia entender a dor que eles passaram. "Não há vencedores aqui hoje", disse ele.


A polícia acredita que a motivação do crime, foi roubo, mas em muitos aspectos o caso continuará em questão. O corpo de Gucwa foi encontrado boiando em um canal de drenagem,  no condado de Flagler, em 25 de março de 2003. No início, os investigadores acreditavam que Gucwa havia sido espancado até a morte.


Depois dos investigadores periciarem os restos das cinzas de Gucwa, os mesmos disseram ter encontrado vestígios de balas, evidenciando que Gucwa havia sido baleado no olho.


Os promotores disseram que Workman deixou a cidade pouco depois que o corpo de Gucwa foi encontrado; primeiro ele foi para a Carolina do Norte e depois para o Brasil.
A esposa de Stephen Workman
se posicionou em defesa dele,
 no Tribunal de Justiçem Daytona Beach,
na quarta feira. (N-J | Sean McNeil)
Semanas antes de Gucwa ser morto, Workman trabalhou no set de "Monster", incluindo as filmagens que foram feitas no bar Last Resort em Port Orange.

Ele também trabalhou no filme em locações em Orlando e ajudou a instalar equipamentos para concertos em toda a Flórida.

Como "Grip", Workman era encarregado de montar e manusear equipamentos de produção no set de filmagem.

Segundo a polícia, no caso do assassinato, ele foi acusado de agir de forma premeditada e de ter matado Gucwa para roubar o seu dinheiro e maconha. Diz também que havia evidência de que lonas de plástico haviam sido coladas nas paredes da sua casa, em Daytona Beach, onde Gucwa foi assassinado.

Testemunhas disseram que Gucwa era um salva-vidas e ex-lutador de MMA, que vendia maconha para pessoas que  conhecia. Seu carro foi encontrado no estacionamento do antigo Pink Pony, um clube de strip-tease na Avenida Ridgewood , em Daytona Beach. Sua namorada, Billie Jo Rosenwald, 35 anos, foi quem informou o seu desaparecimento.

A partir do momento que o corpo de Gucwa foi encontrado no condado de Flagler, os investigadores sabiam que tinham um caso incomum em suas mãos.

Quando seu corpo foi retirado da água, junto com ele veio um longo pedaço de fita preta.  A fita era incomum; cerca de 2 centímetros de largura e feita de fios de algodão. A polícia recuperou o mesmo tipo de fita adesiva, preso a uma parede na casa de Workman na Avenida Vermont, 436, em Daytona Beach.

Segundo a polícia, a casa havia sido pintada e diversas áreas no chão tinha sido reparada com massa de vidraceiro.

A maior surpresa no caso veio com as declarações de Kristopher Martin, 32 anos. Martin, testemunha-chave no caso, disse à polícia que Workman o tinha chamado para a sua casa no dia em que Gucwa foi morto. "Workman estava se preparando para o assassinato fixando lonas nas paredes", disse Martin à polícia.

Ele descreveu  que ouviu um tiro e  disse como ajudou a Workman se livrar do corpo. Martin aguarda sentença por seu papel como cúmplice, que pode ser condenado por até 15 anos de prisão. Ele, desde então, pegou uma nova acusação de tráfico de oxicodona.

Durante as audiências antes do julgamento, o advogado de defesa de Workman, David Glasser, disse que testemunhas sugeriram que Martin pode ser o autor do assassinato.

O procurador Ed Davis disse que Workman era o assassino, mas acrescentou que o caso do Estado contra Workman foi prejudicado por um acordo com o Brasil. Esse acordo, para garantir a extradição, limita a pena a 30 anos de prisão. "Nós pedimos para que você possa aplicar 30 anos, neste caso", disse Davis.

Após a audiência, a mãe de Workman, Sandra Workman de Jacksonville, disse que achava que ele, Workman, deveria ter recebido menos tempo de pena. Com o tempo que já está preso e créditos futuros, Workman poderá ser liberado em menos de 15 anos.

Fora do tribunal, a mãe de Gucwa, Ann Gucwa, estava em lágrimas. Em suas mãos, ela segurava um retrato de seu único filho, de seus dias como um salva-vidas.

"Não há justiça aqui", disse ela. "O assassino fugiu com ela."


LINK ORIGINAL DA MATÉRIA: 

TRADUÇÃO:  GOOGLE TRADUTOR  http://translate.google.com/

MATHIEU WORKMAN FAZ ACORDO NO JULGAMENTO PARA EVITAR A CONDENAÇÃO À PENA MÁXIMA




Man who worked on Wuornos movie sentenced for Daytona murder

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DAYTONA BEACH -- It was a special type of adhesive, the kind of gaffer's tape Stephen Workman used when he worked on the movie set for the 2003 local filming of "Monster" that tied the former Daytona Beach man to the scene of a murder.
Workman's name appeared in the credits of the Academy Award-winning film, which depicted the local crimes of Aileen Wuornos. When the movie about the executed female serial killer was filmed in early 2003, Workman's title was "grip."
Now, he's a convicted killer himself. In court Wednesday, Workman pleaded no contest to second-degree murder for the March 21, 2003, killing of Jason Gucwa, 32. Workman says he's innocent, but pleaded no contest to avoid the chance he would be sentenced to more time.
Stephen Workman blows a kiss to his
wife and mother after his sentencing 
at the Justice Center in Daytona Beach
 on Wednesday. (N-J | Sean McNeil)

Workman was sentenced to 22 years in prison by Circuit Judge R. Michael Hutcheson after a brief hearing, ending a long court battle that started when Workman was arrested in a small seaside town in Brazil in 2005.
Addressing Gucwa's grieving parents in court, Workman said he could understand the pain they have gone through. "There are no winners here today," he said.
Police said they believe the motive was robbery, but many aspects of the case remain in question. Gucwa's body was found floating in a drainage canal in Flagler County on March 25, 2003. At first, investigators believed Gucwa had been beaten to death.
The evidence soon indicated Gucwa had been shot in the eye. When investigators tested Gucwa's cremated remains, they found traces of material found in bullets.
Workman left the area soon after Gucwa was found; first heading to North Carolina and then to Brazil, prosecutors said.
Stephen Workman's wife takes the stand
at the Justice Center in Daytona Beach 
on Wednesday. (N-J | Sean McNeil)
Weeks before Gucwa was killed, Workman had worked on the set of "Monster," including filming that was done at the Last Resort bar in Port Orange.
He also worked on the film at shooting locations in Orlando and had helped set up equipment for concerts throughout Florida.
As a grip, Workman was tasked with setting up and moving production equipment on the set.
In the murder case, he was accused of acting with premeditation to set up and kill Gucwa to steal his cash and pot, police said. There was evidence that plastic tarps had been taped to the walls in the Daytona Beach house where Gucwa was killed.
Gucwa was a former lifeguard and ultimate fighter who sold marijuana to people he knew, witnesses said. His car was found running outside of the former Pink Pony, a strip club on Ridgewood Avenue in Daytona Beach. His girlfriend, Billie Jo Rosenwald, 35, reported him missing.
From the moment Gucwa's body was found in Flagler County, investigators knew they had an unusual case on their hands.
When his body was pulled from the water, along with it came a long piece of black tape. The tape was unusual; about 2 inches in width and made of woven cotton threads. Police recovered the same type of gaffer's tape, stuck to a wall at Workman's home at 436 Vermont Ave. in Daytona Beach .
The home had been painted, police said, and several areas on the floor had been repaired with putty.
The biggest break in the case came with the statements of Kristopher Martin, 32. The key witness in the case, Martin told police that Workman had called him to the house the day Gucwa was killed. "Workman was preparing for the murder by taping tarps to the walls," Martin told police.
He described hearing a gunshot and said he helped Workman dispose of the body. Martin awaits sentencing for his role as an accomplice, which carries up to 15 years in prison. He has since then picked up a new charge of trafficking oxycodone.
During pretrial hearings, Workman's defense lawyer, David Glasser, said there were witnesses who suggested Martin may have taken credit for the killing.
Prosecutor Ed Davis said Workman was the killer, but added that the state's case against Workman was hindered by an agreement with Brazil. That deal to secure extradition capped the punishment he could get at 30 years. "We ask for you to impose 30 years in this case," Davis said.
After the hearing, Workman's mother, Sandra Workman of Jacksonville, said she felt he should have gotten less. With gain time and credit for time served, Workman could be released in less than 15 years.
Outside the courthouse, Gucwa's mother, Ann Gucwa, was in tears. In her hands, she held a framed picture of her only child, from his days as a lifeguard.
"There is no justice here," she said. "The killer got away with it".


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